Muitas operadoras de saúde acreditam que já fazem “gestão de rede”. Afinal, têm uma rede credenciada ampla, bons prestadores, beneficiários com acesso…
Mas, de repente, a sinistralidade dispara, a margem desaparece, e ninguém entende o que aconteceu.
A explicação pode estar justamente na rede que parece funcionar bem.
Porque o maior risco não é ter uma rede ruim — é ter uma rede sem gestão real.
1. A ilusão da rede “ampla e qualificada”
É comum ouvir:
“Nossa rede é ampla, diversificada, com prestadores de referência.”
Mas amplitude sem critério é só aparência.
Sem governança, integração e indicadores, essa rede pode estar:
- Drenando recursos silenciosamente
- Ignorando a APS
- Oferecendo volume em vez de valor
- Entregando custo sem desfecho assistencial
O resultado é uma operadora com muitos prestadores e pouco controle.
2. Gestão de Rede ≠ Cadastro de Prestadores
A maioria das operadoras confunde credenciamento com gestão.
Veja o que ainda é comum no mercado:
- Cadastram prestadores sem critérios de desempenho
- Não monitoram dados assistenciais ou financeiros
- Pagam por volume de atendimento, e não por resultado
- Deixam o paciente circular livremente entre os níveis de atenção
- Mantêm a APS isolada, sem influência real sobre a rede especializada
O resultado?
Uma rede fragmentada, ineficiente, cara — e que ainda parece “funcionar bem”.
3. Quando a rede começa a matar sua margem
Sem gestão ativa, os prestadores atuam sem direcionamento, sem resultado mensurável e sem integração.
Casos clássicos:
- Exames em excesso e sem necessidade
- Especialistas acessados diretamente, sem passar pela APS
- Procedimentos repetidos por falta de compartilhamento de dados
- Utilização da urgência como porta de entrada
Esses custos se acumulam de forma invisível, até que a sinistralidade sai do controle.
E o mais perigoso: tudo isso parece “normal” — até virar prejuízo.
4. A APS isolada não resolve o problema
Mesmo operadoras que estruturaram a Atenção Primária à Saúde enfrentam dificuldades.
Por quê? Porque a APS só funciona se a rede respeitar sua função coordenadora.
Se a APS orienta e a rede ignora, o que temos é:
- Cuidado fragmentado
- Desvios assistenciais
- Pacientes pulando etapas
- E um modelo que falha justamente onde deveria controlar
APS sem gestão de rede = desperdício mascarado de acesso.
5. O que é Gestão de Rede de verdade
Gestão de Rede não é só um processo administrativo. É uma estratégia assistencial e financeira.
Significa ter uma rede que:
- Entrega valor clínico, não apenas volume
- Está alinhada à estratégia da operadora
- Funciona como sistema coordenado, e não como ilhas
- É monitorada com indicadores assistenciais e financeiros
- Se conecta à APS de forma ativa e inteligente
6. Como a AgileCare transforma sua rede em estratégia real
A AgileCare atua de ponta a ponta, com consultoria, tecnologia e execução, para garantir que sua operadora tenha controle e previsibilidade.
Veja o que entregamos:
- Mapeamento da rede e identificação de gargalos
- Redesenho da rede credenciada com critérios claros
- Apoio à renegociação com base em dados
- Monitoramento com indicadores clínico-financeiros
- Integração da rede com a APS
- Painéis de BI e dashboards para tomada de decisão
- Apoio à remuneração baseada em valor
- Sustentação tecnológica com parametrização e integração de sistemas
7. O que sua operadora pode conquistar com isso?
- Redução de sinistralidade
- Previsibilidade financeira real
- Menos glosas e retrabalho
- Rede mais enxuta e resolutiva
- APS valorizada e funcional
- Melhoria na experiência do beneficiário
- Mais poder de negociação com prestadores
- Aumento de margem e sustentabilidade
O maior erro das operadoras é acreditar que estão no controle — quando, na verdade, só estão acompanhando os números depois que o prejuízo acontece.
- A rede que parece boa pode estar drenando sua margem todos os dias.
- A gestão de rede certa pode transformar sua operadora em uma empresa eficiente, previsível e sustentável.
A AgileCare pode ajudar a virar esse jogo.
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